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Mentes brilhantes, rombos bilionários
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Mentes brilhantes, rombos bilionários

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29 de janeiro

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Em março de 2006, os homens mais ricos do mundo se reuniram em um luxuoso hotel de Nova York. Eles se preparavam para competir em um torneio de pôquer com apostas na casa de milhões de dólares ― esses números não significavam nada para eles, pois estavam acostumados a arriscar bilhões. Na mesa de jogo estava Peter Muller, um menino prodígio, excêntrico e inteligentíssimo, que estudou matemática em Princeton e agora administrava um fundo de hedge fabulosamente bem-sucedido. Com ele estava Ken Griffin, que já negociava títulos conversíveis em Harvard, e que agora chefiava o Citadel Investment Group, uma das maiores máquinas de fazer dinheiro na face da Terra. E lá estavam também Cliff Asness, cabeça do fundo AQR Capital Management, um homem famoso por seu brilhantismo e também por destruir computadores em seus ataques de raiva, e Boaz Weinstein, mestre de xadrez e dos swaps de crédito, que ― enquanto administrava 30 bilhões de dólares em posições para o Deutsche Bank ― ainda teve tempo de ir a Las Vegas com a famosa equipe de contadores de cartas da MIT. Naquela noite, esses quatro homens eram os novos reis de Wall Street. Nos últimos vintes anos, esses gênios da matemática roubaram o lugar dos investidores cheios de testosterona que há muito tempo eram os machos-alfas do maior mercado de ações do mundo. Os quants, como eram chamados, acreditavam que uma mistura de cálculo diferencial, física quântica e geometria avançada ― assuntos indecifráveis para a maioria dos mortais ― era a chave para abrir os cofres dos mercados financeiros. Porém, poucos naquela noite perceberam que, ao criar esse sistema extraordinário, pessoas como Muller, Griffin, Asness e Weinstein espalharam as sementes para o maior desastre financeiro de todos os tempos. Ao desvendar os feitos desses quatros titãs da análise dos números, Mentes brilhantes, rombos bilionários revela os bastidores da derrocada quando os quants viram evaporar boa parte de seus patrimônios de mãos atadas. No fim, suas fórmulas de fundir o cérebro e seus QIs de gênio os levaram a um caminho equivocado. Será que os anos em que foram bem-sucedidos teriam sido apenas uma questão de sorte, ouro de tolo, um vento bom que poderia cessar a qualquer momento? Com o imediatismo do fechamento de hoje da bolsa de Nasdaq e a força de uma tragédia grega, Mentes brilhantes, rombos bilionários é, ao mesmo tempo, uma obra prima de jornalismo investigativo e uma eletrizante história de ambição e arrogância ― uma sinistra advertência sobre o futuro de Wall Street
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