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Frankenstein: O clássico está vivo! - R$35
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7 de fevereiro

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O CLÁSSICO ESTÁ VIVO!No aniversário de duzentos anos de sua criação, FRANKENSTEIN volta a caminhar entre nós, numa edição monstruosa como só a DarkSide® Books poderia lançar. A obra-prima de Mary Shelley merece. Seu livro de estreia é um marco do romance gótico, verdadeiro ícone do terror e influência fundamental para o surgimento da ficção científica. A criatura de Frankenstein é considerada o primeiro mito dos tempos modernos.Para compor sua bem-sucedida experiência literária, Shelley costurou influências diversas, que vão do livro do Gênesis a Paraíso Perdido, da Grécia Antiga ao Iluminismo. O resultado é uma daquelas histórias eternas, maiores do que a vida. Leitura obrigatória em países de língua inglesa, FRANKENSTEIN é muitas décadas anterior à obra de Poe, Bram Stoker ou H.G. Wells, e vem sendo publicado ininterruptamente desde 1818. Pouco menos de dois anos antes, a criatura nascia numa noite de tempestade à beira do lago Genebra.No verão de 1816, Mary e um grupo de escritores ingleses ― seu marido, Percy Shelly, o poeta Lord Byron e John William Polidori ― dividiam uma casa na villa Diodatti, na Suíça. Entusiasmados pela leitura de uma edição francesa de Fantasmagoriana ― coletânea de histórias sobre aparições, espectros, sonhos e fantasmas ―, os quatro aceitaram o desafio de escrever um conto de terror cada. Mary concebeu a origem de FRANKENSTEIN. E curiosamente, Polidori escreveu o que viria a ser O Vampiro, romance que serviria de inspiração para Drácula, de Bram Stoker.A história de Victor Frankenstein seria reinterpretada incontáveis vezes. Ainda no século XIX, era levada com sucesso ao teatro. A primeira aparição no cinema data de 1910, mas foi em 1931 que Boris Karloff deu um rosto definitivo à criatura no imaginário popular. O livro de Shelley, assim como o filme de Karloff, serviria de inspiração para a imaginação de artistas como Tim Burton, Clive Barker, Wes Craven, Mel Brooks, Alice Cooper, Roger Corman. As referências estão em todas as partes: nos monstros da Universal Studios e da Hammer Films, na comédia musical de horror The Rocky Horror Picture Show, em filmes como Reanimator, inspirado no conto de H.P. Lovecraft, em álbuns como Yellow Submarine, no universo das HQs da Marvel e da DC Comics, em games como Castlevania, e em séries e desenhos clássicos como A Família Addams e Scooby-Doo.A lista é interminável. São tantas versões que é quase impossível não estar familiarizado com a história: Victor é um cientista que dedica a juventude e a saúde para descobrir como reanimar tecidos mortos e gerar vida artificialmente. O resultado de sua experiência, um monstro que o próprio Frankenstein considera uma aberração, ganha consciência, vontade, desejo, medo. Criador e criatura se enfrentam: são opostos e, de certa forma, iguais. Humanos! Eis a força descomunal de um grande texto.Mas quando foi a última vez que você teve a chance de entrar em contato com a narrativa original desse que é um dos romances mais influentes dos últimos dois séculos? Que tal agora, na tradução de Márcia Xavier de Brito? Além disso, esta edição conta com quatro contos sobre a Imortalidade, em que Shelley continua a explorar os perigos e percalços daqueles que se arriscam à tentação de criar vida: “Valério: O Romano Reanimado”; “Roger Dodsworth: O Inglês Reanimado”; “Transformação”; e “O Imortal Mortal”, histórias pesquisadas e traduzidas por Carlos Primati, estudioso do gênero.FRANKENSTEIN, OU O PROMETEU MODERNO é um dos primeiros lançamentos da coleção Medo Clássico ― ao lado do volume de contos do mestre Edgar Allan Poe ― no início de 2017. A qualidade do livro é impecável, para cientista maluco nenhum colocar defeito. Capa dura, novas traduções, ilustrações feitas por Pedro Franz, artista visual e autor de quadrinhos reconhecido internacionalmente. O livro é impresso em duas cores: preto e sangue.Além de Shelley, Edgar Allan Poe, Bram Stoker e H.P. Lovecraft também farão parte do coleção Medo Clássico, sempre com ilustradores convidados e tradutores que respiram e conhecem profundamente as obras originais. O verdadeiro monstro está dentro de nós. Reencontre FRANKENSTEIN de um jeito que só a primeira editora brasileira inteiramente dedicada ao terror e à fantasia poderia lançar.
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Top Comentários
Eu tenho este livro e como sempre a darkside mandou bem na edição, sobre a historia, pelo menos pra mim, é muito diferente do que conhecia pelos filmes que vimos sobre Frankenstein, aqui a mensagem é muito mais profunda. Por se tratar de uma historia escrita em 1818, a leitura se torna em algumas partes arrastadas, apesar da otima tradução atualizada, pois como a maioria das obras da época, se apega muito na descrição do cenário em torno da historia. Pra quem gosta de literatura e coleciona livros, como eu, é edição obrigatoria!
2 Comentários
Eu tenho este livro e como sempre a darkside mandou bem na edição, sobre a historia, pelo menos pra mim, é muito diferente do que conhecia pelos filmes que vimos sobre Frankenstein, aqui a mensagem é muito mais profunda. Por se tratar de uma historia escrita em 1818, a leitura se torna em algumas partes arrastadas, apesar da otima tradução atualizada, pois como a maioria das obras da época, se apega muito na descrição do cenário em torno da historia. Pra quem gosta de literatura e coleciona livros, como eu, é edição obrigatoria!
cassiano.machadodasilva07/02/2020 14:25

Eu tenho este livro e como sempre a darkside mandou bem na edição, sobre a …Eu tenho este livro e como sempre a darkside mandou bem na edição, sobre a historia, pelo menos pra mim, é muito diferente do que conhecia pelos filmes que vimos sobre Frankenstein, aqui a mensagem é muito mais profunda. Por se tratar de uma historia escrita em 1818, a leitura se torna em algumas partes arrastadas, apesar da otima tradução atualizada, pois como a maioria das obras da época, se apega muito na descrição do cenário em torno da historia. Pra quem gosta de literatura e coleciona livros, como eu, é edição obrigatoria!


Pois é, a real é que nenhuma adaptação de Frankenstein é fiel à obra. Todas colocam a criatura como um monstro terrível que só quer matar indiscriminadamente. Quando na verdade, o bicho se torna praticamente um Gentleman. hahaha

Apesar de adorar a obra da Mary, não vi terror. Acho que o pessoal se impressionava com pouca coisa. Não é atoa que até um gato preto já fazia alguns tremerem nas bases...
Não vejo Frankestein como terror, está mais p/ um drama, é algo mais introspectivo, que chega a ser até filosófico. É o tipo de obra que não envelhece.
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