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E-book: A Falência, Júlia Lopes de Almeida
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E-book: A Falência, Júlia Lopes de Almeida

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7 de abril

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Descrição do produto

Leitura obrigatória para o vestibular da Unicamp, A falência se consolida como um dos mais importantes romances do modernismo brasileiro.
Ícone do modernismo brasileiro, Júlia Lopes de Almeida consegue oferecer um notável panorama das repercussões do boom do café no final do século XIX na formação da nascente burguesia urbana, e também retratar, com impecável maestria, os meandros de uma sociedade machista e hipócrita, em que subsistem as relações escravocratas e aprofundam-se as desigualdades sociais.
Rio de Janeiro, 1891. Francisco Teodoro, um bem-sucedido e ambicioso comerciante de café, conhece Camila. Em busca de um casamento que traga estabilidade, ele não vê melhor opção que desposar tal jovem, bela e de boa e humilde família. Os filhos Mário, Rachel, Lia e Ruth crescem a olhos vistos, enquanto a empresa do pai continua a prosperar.
Nem só de flores, contudo, vivem os Teodoro. Francisco, cada vez mais ganancioso, vê outros comerciantes se arriscando no trato com o café e decide fazer o mesmo. Afinal, é preciso aumentar o patrimônio familiar que Mário insiste em dilapidar. Camila, alheia aos movimentos econômicos e cada vez mais absorta em sua relação com o médico Gervásio, nada opina. Em um revés do destino, a fortuna da família acaba. Francisco Teodoro se suicida e todos, mãe e filhos, precisam aprender a lidar com a nova situação social.

Mensagem do Autor

Nascida no Rio de Janeiro em 1862, filha de portugueses emigrados, cultos e ricos, JÚLIA LOPES DE ALMEIDA teve uma educação sofisticada e liberal. Dos sete aos vinte e três anos, mora em uma fazenda com a família, em Campinas (SP), onde, incentivada pelo pai, publica suas primeiras crônicas no jornal local. Em 1886, parte para Lisboa, onde permanece por dois anos, quando, casada com o poeta português Filinto de Almeida, retorna ao Brasil. Seu primeiro romance, Memórias de Marta, é lançado em 1889, em São Paulo, onde o casal mora por quatro anos, em razão das atividades jornalísticas do marido. A partir de 1925, a família fixa residência por seis anos em Paris. Em 1934, oito dias após voltar de uma viagem à África, morre, em sua cidade natal, vítima de malária, aos setenta e dois anos.
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2 Comentários
Aaaaaaa Obrigada
Acho muito [email protected] essa questão das leituras obrigatórias em certos vestibulares. O meu eu de 10 anos atrás estaria xingando muito no Twitter mas, hoje, vejo o quanto isso contribuiria culturalmente para os colegas que não leram (li a maioria dos clássicos por uma "leve pressão" da minha mãe professora de gramática e literatura, mas no RJ nenhum vestibular tem essa obrigatoriedade de leituras).
Qual a sua opinião?
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