Violão Clássico Acústico Memphis Tagima MW 10 Natural | R$322
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Madeira de papelão
Violão de brinquedo. Compra um violão de adulto rapaz, parcela no cartão. Com 2 Mil se procurar bem acha um razoável
Fraco.. Dá pra brincar
Dois mil reais???? Você tá doido? (lol)
2k num violão só rico ou quem já sabe tocar de olhos fechados e ouvidos tapados...
Não.. Violão de rico é 500k pra cima (lol) (lol)
Então toma:
Discordo muito. Tenho um Memphis desse há mais de 13 anos, e foi nele que aprendi a tocar, violão erudito (e está praticamente intacto, por sinal, não empenou nem nada). Se estiver bem reguladinho, com rastilho e pestana de osso e ação correta das cordas, tá mais que suficiente pra quem quer aprender. Violões com tampo maciço sem dúvidas têm uma sonoridade incrível, mas não é a qualidade do instrumento dessa faixa de preço que vai te impedir de tocar. A quem lê, cautela ao interpretar comentários como esse, não se desestimule de aprender a tocar por não ter o instrumento com a melhor qualidade possível. A maioria massiva dos músicos aprendeu a tocar em instrumentos de baixa qualidade, violão bom não faz bom violonista.
Fiquei entre o Rozini e o Tagima Ottawa série Canada...
Rapaz.. Tem uns Yamaha antigos com tampo laminado que são excelentes, até Di Giorgio antigo consegue uns bons
Tenho um Fender de tampo laminado que tem som bem legal!
E é da linha de entrada mesmo.
Não tem o brilho de um Martin com tampo maciço, mas pro preço tá maravilhoso...
Concordo parcialmente contigo, Victor. Realmente o comentário do rapaz soou um tanto hostil e hegemônico e, de fato, não é impossível aprender a tocar num Memphis. Tampouco é um instrumento "imprestável".
No entanto, é o tipo de violão que eu não recomendaria nem a um iniciante. Tive um nos início dos anos 2000, quando estava tendo aulas de violão popular, e me frustrei muito com a falta de qualidade do instrumento: estava bem regulado em luthier, mas soava choco, com um acabamento visivelmente inferior aos violões dos meus amigos (que não eram graandes violas). Não me sentia minimamente estimulado a continuar aprendendo. Cheguei a tocar em outros Memphis pra ter certeza de que não era o meu instrumento que havia sido sorteado e alguns soavam até pior...
Daí, por sugestão do meu professor, peguei um Di Giorgio - salvo engano - Monterey (que também era um instrumento de entrada, não tão mais caro que o primeiro) e me desfiz do Memphis. Cara, descobri outro universo... O bichinho dava gosto de tocar e eu avancei um tanto no aprendizado da parada.
E, assim, a curva inicial de aprendizagem da música - e, em especial, de instrumentos de corda - é um tanto íngreme. Forçar isso num instrumento muito meia boca é clamar por frustração liminar. Fico feliz que você tenha perseverado em estudar nesse Memphis e eu acredito que há alguns outros exemplos próximos ao teu. Mas tenha certeza que se enquadram mais como exceção que como regra: o índice de desistência no estudo do violão (seja ele popular, erudito ou algo que o valha) é altíssima e muito disso se deve ao desestímulo com peças instrumentais de qualidade questionável.
Portanto, reitero a desrecomendação dessa marca e modelo (a não ser que eles tenham melhorado muuuito, desde o início dos anos 2000, o que eu duvido). Há opções com preço similar (um pouquinho mais alto, coisa de R$100), que guardam uma relação custo x benefício mais honesta - Gianninis, DiGiogios e até alguns Eagles (esses últimos com algumas ressalvas) podem ser boas opções.
Outra possibilidade (que eu não curto muito sugerir, mas talvez valha a pena) é procurar um usado na OLX. Nesse caso, recomendo fortemente que seja levado a um luthier para avaliação do estado da madeira e de eventuais empenamentos.
Qual o problema dos Eagle??
Sonoridade baixa
Tensão das cordas ao tocar. (Cansa mais rápido o braço que você faz os acordes)
Desafina ao mudar a temperatura (clima)
Tarraxas são fracas (perde a afinação)
Vale a pena para pessoas como eu que vai querer aprender a tocar usa 2 meses e depois vai deixar lá encostado. Hahahah
Eu deixo o violão perto de mim por causa disso kkk
Tem uma lenda que inventei agora que isso é tudo nutellagem, quer aprender aprende até sem violão, Claro que não é tão simples.
Um violão "ruim" para um iniciante tem seus méritos, seja por desafinar mais constantemente, criar o contraste no som pra treinar os ouvidos, a dureza das cordas como alguém citou, vai fortalecer a musculatura.
Não sou entendido na área mas o seu ponto pode até ser válido, (tampo maciço), mas como vc tem colocado parece membro da seita dos cordeoleiros do altissimo nível, aqui no MS tem os antigos mestres da viola de cocho que por vezes a gente ouve um desafino, mas faz parte da alma do trem por ser algo rústico e feito com ferramentas até grosseiras.
Ex: youtu.be/it9Rbgnh1_s
Concordo que pegar um instrumento "top" (um Takamine, um Fender ou um Taylor, por exemplo), de início, não faz muito sentido. Mas um violãozinho de entrada bacana, na faixa dos 400~600 reais - um Digiorgio ou um Ginannini - faz muito mais sentido do que esse do tópico, que beira a frustração, por experiência própria.
Quanto ao Fábio Lima, ele tiraria um put* som até de um Tonante empenado e com cordas enferrujadas... O cara é um fenômeno hahaha
Tárrega usado 2013 ou rx213 rozini novo? Mesmo preço ambos.
Vamos ficar de olho em ambos. Obrigada pela dica.
De um modo geral, aço eu recomendaria folk, pra você ter um equilíbrio melhor ressaltando os graves.
Aço de caixa pequena eu não curto. Sinto falta dos graves.
Eu tenho o Kansas da Tagima. Gosto dele, mas precisa de ajustes especialmente na altura das cordas. Se for possível pegar usado... Já toquei em um performance da gianini também, razoável embora o acabamento da gianini tenha caído muito. Tenho o ventura nylon e pra mim é um dos grandes acertos da Tagima, assim como o modena. Sei que existe versão aço dele, talvez valha a pena conferir, mas acho que não é folk (Todos nessa faixa que você falou).
Obrigado pelas dicas amigo. Tinha olhado esse Kansas da Tagima, foi o que mais me chamou atenção. Quanto ao acerto do instrumento, próximo à minha cidade tem um bom (e caro) luthier, devo levar nele, acho que ele deve saber o que fazer hahah
Iria de rx213. Acho que a diferença de preço compensa muito viu.
Quanto ao anúncio, não curto memphis. Salvo engano é a segunda linha da Tagima, que por sua vez já não é essa coisa toda. Passou a fabricar na China e perdeu qualidade. Nada contra china, mas sim o controle de qualidade.
Tenho vários instrumentos, violões e guitarras e dentre eles dois violões tagimas (Kansas aço) e ventura (nylon) além de uma guitarra pr100. Sendo Tagima já considero razoáveis e isso depois de upgrades, por isso não indicaria nada inferior a eles. Ou seja, não indicaria memphis, que é a segunda linha.
Os poucos que toquei, não me agradaram. Para quem é do tempo, soam como violões tonantes. Abafados.
No mínimo estudante 18 da DiGiorgio, que a propósito, me agrada bem o som, e me parece bom custo benefício. TB não sei se os atuais Perderam muita qualidade, pois salvo engano DiGiorgio também foi pra China.
Tem o rx210 da rozini também. A propósito estou pensando em comprar o rx213.
Agora, se o orçamento está apertado, e o propósito e estimular o interesse musical de seu filho ou sei lá, talvez valha a pena. Embora mesmo nessa situação, eu não pegaria.