Uma obra que fala de tecnologia e censura e mostda uma época distópica em que um governo militarizado tem controle de tudo e de todos. Que eu saiba Duvivier sempre discorreu contra esse tipo de coisa. Seria estranho ele fazer introdução de O Príncipe de Maquiavel, isso sim.
Publicado originalmente em 1949, este clássico de George Orwell é uma obra fundamental sobre opressão e totalitarismo e possibilita inúmeros paralelos com o momento que vivemos, 70 anos depois. A nova edição da Antofágica, além de contar com tradução de Antônio Xerxenesky, ilustrações de Rafael Coutinho e apresentação de Gregório Duvivier, também traz textos extras de Luiz Eduardo Soares, especialista em segurança pública, Débora Reis Tavares, estudiosa de Orwell, Ignácio Loyola Brandão, um dos principais autores contemporâneos e membro da Academia Brasileira de Letras e do jornalista Eduardo Bueno.
Obrigado por acessar sua teletela e aproveite para conhecer uma das mais marcantes obras de ficção do século XX, agora em nova edição com 115 ilustrações de Rafael Coutinho, nova tradução de Antônio Xerxenesky e apresentação de Gregório Duviviver.b O Grande Irmão está te observando. Em uma sociedade em constante estado de guerra contra outros países e contra os inimigos do sistema, cada cidadão deve viver sob a permanente vigilância das teletelas. Qualquer sinal de comportamento ou pensamento desviante da ideologia do Grande Irmão é severamente punido pela Polícia do Pensar.
Pois é... Hahahahahah!
Duplimaislouco
Não vale? O Rafael é um dos maiores quadrinistas do Brasil, impressionante...
Esse é aquele que satiriza a crença alheia?