Livro "Ayn Rand e os devaneios do coletivismo" da coleção Breves Lições.
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"A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos fez uma pesquisa para saber qual livro teria influenciado mais a vida das pessoas. O resultado deixa evidente a importância de nossa autora: a Revolta de Atlas, de Ayn Rand, ficou em segundo lugar, perdendo o primeiro posto somente para a Bíblia. Mas, Rand não é apenas um fenômeno editorial, com milhões de livros vendidos todos os anos mundo afora. Trata-se de uma filósofa que ultrapassou as barreiras de uma elitizada cultura intelectual e fez questão de falar a todos, bem ao gosto dos filósofos gregos que estavam pelas praças públicas a discutir, a dialogar. Rand e a sua doutrina objetivista estão no cinema, na música, no teatro, nos programas de TV, nos quadrinhos e até nos jogos eletrônicos. Estranho, portanto, pensar que a filosofia randiana seja praticamente ignorada no Brasil. Talvez a nossa longa tradição estatizante e nosso apego tradicional ao altruísmo explique, mesmo que em parte, tal fenômeno. Rand não é apenas importante para que tenhamos uma nova visão de mundo e de indivíduo. Em terras brasileiras, a sua vida e o seu pensamento são verdadeiramente fundamentais."
Pena que no mundo real as coisas não são assim... A fundação dela pediu penico pro governo americano pra não fechar as portas...
Que desonestidade!
Ela defende que as pessoas sejam egoístas no sentido primordial da palavra: pense primeiramente em si, nos seus próprios valores e não se envergonhe de querer e buscar o melhor para si.
Se você vê valor em ajudar outras pessoas, ajude-as, pois isso é egoísmo.
Sempre fazemos algo para outros visando nosso próprio bem estar, mesmo perdendo financeiramente, ganhamos o prazer de ter feito algo a alguém que precisava de nossa ajuda.
Egoísmo!
Ela própria ajudava financeiramente o marido, e demonstrou em diversas entrevistas o egoísmo dela contido nisso.
Nossa sociedade só funciona pois todos somos egoístas e vivemos buscamos nossos próprios interesses.
Nada na filosofia dela diz que você tem direito a buscar o que quiser violando os direitos individuais de outras pessoas!
Já uma sociedade baseada no altruísmo seria impossível.
Se você pensasse primeiro nos interesses dos necessitados que ajuda, você doaria todos os seus bens a eles e ficaria sem nada; mas você pensa primeiro em você, pois é egoísta, e ajuda conforme acredita que aquilo é o melhor a ser feito, visando o bem estar do necessitado, que causará também o seu próprio bem estar.
Quanto ao apoio financeiro que o instituto pediu: eles alegaram que foi a medida que encontraram para reaver todos os impostos pagos pelo instituto e pelos membros em todos esses anos.
Mas deixo que vocês próprios julguem a validade desse argumento.
Almoçou, lanchou, jantou, lavou, passou, dobrou e guardou o cara depois dessa.
Essa é uma síntese beeeem resumidinha do conceito de egoísmo que o Gude entendeu errado - não sei se ele chegou a ler a obra da pensadora ou se leu reviews tendenciosos por aí -, mas é um resumo que deixa claro que o egoísmo tratado pela Ayn Rand é o "egoísmo" na acepção original da palavra.
Não, não é. E o Jean já explicou a razão pela qual você está equivocado. Você é que não quer admitir que leu um review superficial.
Só admita que a autora escreve o que te faz se sentir bem em ser egoísta e justificar atitudes horríveis com os outros, a tal pensadora é atualmente piada no meio acadêmico sério.
Se o "meio acadêmico sério" é a sua faculdade de sociologia, o que realmente tenho que admitir é que não dá pra debater com você.
É impossível achar que a Ayn Rand justifica "atos horríveis com os outros" se você leu a obra dela. É a partir dessa afirmação que tenho certeza absoluta de que você não leu nada e está apenas repetindo o que leu em algum review crítico (de quem também não leu, por sinal).
Não adianta, ele continua distorcendo o pensamento da Rand.
De qualquer maneira, eu realmente não esperava algo melhor vindo dele.