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Eu tenho a versão física desse livro e é boa. Um pouco repetitivo em alguns argumentos, algumas coisas não se aplicam pra realidade brasileira, mas acho que Sunstein sempre vale a pena, ainda mais de graça.
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Discordo parcialmente.
Acredito que a pólvora, como analogia para poder bélico (armamentos, explosivos, etc.), funciona como uma barreira para certos limites, em outras palavras, uma restrição da "liberdade".
Claro que, não somos livres como pensamos, mas, em um Estado Democrático de Direito, somos mais livres (curioso falar em grau de liberdade, não?) que muitos outros Estados.
Em resumo: a pólvora como analogia de poder bélico, pode dominar um Estado autoritário (como em uma guerra), para assim, estatuir a liberdade, porém, no momento que se dispõe de liberdade, na verdade, impõe-se limites, estes, por sua vez, obstam certas liberdades que haviam em passados primórdios (milhares de anos atrás), não haviam em passados próximos (no Estado autoritário), e provavelmente não haverá no futuro (com os limites estabelecidos). Portanto, a pólvora só deve ser utilizada em último caso, e no cenário atual, com o avanço tecnológico e afins, essa possibilidade é cada vez mais descartada (ainda bem).
obstam
Parabéns pelo vocabulário