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- 96 páginas
- Encadernação brochura
Sinopse:Em agosto de 1883, duas semanas antes de falecer, o escritor russo Ivan Turguêniev escreveu a Tolstói: "Faz muito tempo que não lhe escrevo porque tenho estado e estou, literalmente, em meu leito de morte. Na realidade, escrevo apenas para lhe dizer que me sinto muito feliz por ter sido seu contemporâneo, e também para expressar-lhe minha última e mais sincera súplica. Meu amigo, volte para a literatura!".
O pedido de Turguêniev alude ao fato de que Tolstói havia então abandonado a arte e renegado toda sua obra pregressa para se dedicar à vida espiritual. Embora não se possa dizer com certeza em que medida as palavras de Turguêniev repercutiram em Tolstói, é certo que A morte de Ivan Ilitch, publicada em 1886, foi a primeira obra literária que ele escreveu após seu retorno às letras e que se trata de um dos textos mais impressionantes de todos os tempos.
Considerada por Nabokov uma das obras máximas da literatura russa e por muitos uma das mais perfeitas novelas já escritas. A morte de Ivan Ilitch ganha agora nova edição em língua portuguesa, com tradução e posfácio de Boris Schnaiderman, e, em apêndice, texto de Paulo Rónai sobre o autor e sua obra.
Resenhas:Vídeo:https://www.youtube.com/watch?v=EYn9L8P0Uk8
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Tostoi conta a história de um personagem rico, que estava em constante ascenção na vida, respeitado na sociedade e trabalhando em um dos melhores cargos do governo, então se vê com uma doença que parecia inofensiva e acaba percebendo como sua vida era supérflua e as pessoas ao seu redor eram falsas.
Era como se ele estivesse caindo montanha abaixo, mas imaginava estar subindo, assim como as pessoas que estão ao seu redor imaginavam também: ilusão de ótica da vida.
No final começa a repassar em sua memória os verdadeiros melhores momentos da sua vida.
"A história de vida de Ivan Ilitch foi das mais simples, das mais comuns e portanto das mais terríveis."