O Charlie Brown jr levou com ele o que sobrou do rock nacional e, com isso, abriu um espaço gigantesco na música brasileira, que logo foi preenchido pelo sertanejo e pelo funk.
Bons tempos, viajo até hoje nas suas canções, sempre fui um grande fã.
Qual galera? Galera é muita gente. E se for todos, logo a geração é a maior? Não entendi se geração boa é de drogados ou não KKKKKKK (party) (party) (party) (party)
Tenho o livro físico e já o li. É muito bom. Quem gostava de CBJr não vai se arrepender. Inclusive, eu fiz uma resenha sobre ele na época que li: Leia aqui
Primeiro, parabéns pela resenha. Segundo, concordo que a mina deveria ter largado mão do chorão logo de cara. O erro da família é ajudar quem não quer recebe-lo e afundar junto com o doente. Vivemos em um momento em que a polícia faz o papel de educador e os pais o papel de defensores públicos, a doença está enraizada no sangue de todos e não apenas dos viciados. Se a leitura fosse nosso lazer e não o FUTEBOL seria muito mais fácil vislumbrar uma luz no fim do túnel. (highfive) :{
Em seu emocionante livro de memórias, a viúva de Chorão narra a história de amor dos dois.
Um dos maiores ícones do rock nacional, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, conquistou o Brasil sobretudo pela sua entrega na hora de compor e cantar. Essa mesma intensidade marcou a história de amor ímpar vivida com Graziela Gonçalves, que conta neste livro como o relacionamento de quase vinte anos dos dois a transformou para sempre. Ela conheceu o cantor antes de sua banda estourar e se tornar uma das mais populares do país. Com suas ideias e seu apoio, Grazi teve participação importante na construção do sucesso do Charlie Brown Jr. Foi a grande musa de Chorão, que escreveu inúmeras letras inspirado nela. Como companheira de Alexandre, passou com ele os melhores e os piores momentos, e o ajudou a enfrentar a dependência química, que o levou, tragicamente, à morte em 2013. Se não eu, quem vai fazer você feliz? não vai tocar apenas os fãs de Chorão. Mesmo sem conhecer sua música, é impossível não se emocionar com a força desse amor que sobreviveu à fama, às crises e até à morte — e que é homenageado neste livro.
Q falta de respeito, mano. Suicidio n é brincadeira nao, é consequencia de uma doença. Se n tem oq acrescentar n fala.
Bons tempos, viajo até hoje nas suas canções, sempre fui um grande fã.
Vou bolotar.
Muito obrigado pela indicação!
Chorando se foi quem um dia só me fez chorar...
Qual doença o chorão tinha?
Vício
Suspeitei desde o princípio...
(party) (party) (party) (party)
E por trás do vício?
A mente propensa para o vício
E por trás do atrás?
Qual galera? Galera é muita gente. E se for todos, logo a geração é a maior? Não entendi se geração boa é de drogados ou não KKKKKKK (party) (party) (party) (party)
"Charlie Brown Amor Eterno. Charlie Brown de Pai Pra Filho."
Q falta de respeito, mano. Traição n é brincadeira nao, é consequencia de uma doença. Se n tem oq acrescentar n fala.
Faltei com respeito onde? Mostra pra mim. E outra coisa, que doença que o sintoma é o parceiro trair parceira e vice versa? Para né cara.
Primeiro, parabéns pela resenha.
Segundo, concordo que a mina deveria ter largado mão do chorão logo de cara. O erro da família é ajudar quem não quer recebe-lo e afundar junto com o doente. Vivemos em um momento em que a polícia faz o papel de educador e os pais o papel de defensores públicos, a doença está enraizada no sangue de todos e não apenas dos viciados. Se a leitura fosse nosso lazer e não o FUTEBOL seria muito mais fácil vislumbrar uma luz no fim do túnel. (highfive) :{