Ebook - Quem sou eu para julgar?
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Kkkkkkkkkkkk lógico
Vou baixar esse, obrigada por compartilhar.
Entendo que você possa achar católicos estranhos. Isso vai se cada um, depende da educação que recebeu e por aí vai...
Mas me parece empregar a palavra adoração de um jeito distorcido.
Vejamos:
- Pegue um autor que você gosta. Você diria que o adora? Provavelmente não. Logo, gostar de um livro do papa não é adoração.
- Você provavelmente respeita seus pais, alguma autoridade como um juiz. Isso é adorar? Não. Logo, respeitar o papa não é adoração.
- Você admira alguém que já morreu, por sua biografia? Isso é adorar? Não. Logo admirar a vida dos santos não é adoração.
A adoração envolve um tipo de culto a Deus, senhor tudo e criador de tudo. Provedor de todo o bem e de todas as graças. Um ser perfeito a quem pertence toda a glória.
Dito isso, pensemos: um santo ou um papa criou tudo? É fonte de todas as graças? São perfeitos? Não, não e não. Logo, não faz o menor sentido adorá-los.
Mas nós podemos admirá-los pelo são e fizeram. E podemos adorar a Deus por ter derramado suas bênçãos sobre essas pessoas. Que se tornaram canal (e não fonte) de graças para os demais.
Entenda: quando uma mãe ou um papa dá uma benção, eles são apenas canal (portadores, um veículo, um meio) para a benção chegar em nós. A fonte da benção é Deus. Sempre.
Se eu achasse que santos e papas são fontes de graça, aí sim eu estaria prestando um culto inadequado. Seriam como bezerros de ouro. Figura bonita, mas sem poder e sem glória.
Se alguém fizer isso, pode ter certeza de que catolico de verdade num é :)