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De 1938 a 1945, 2720 padres, religiosos e seminaristas são deportados para o campo de concentração de Dachau. Reunidos em Blocks específicos – que ficarão conhecidos pelo nome “pavilhões dos padres” –, 1034 deles deixarão suas vidas ali. Mais de 70 anos depois de sua liberação, o campo de concentração de Dachau permanece o maior cemitério de padres católicos do mundo. Com religiosos oriundos de diversos países, a “universalidade da Igreja” se torna palpável no campo de Dachau. Jogados em uma situação de sofrimento profundo, como todos os confinados em campos de concentração na época, esses religiosos são obrigados a enfrentar a fome, o frio, as doenças, o trabalho forçado, as torturas da SS, as experiências médicas, as mortes dos companheiros – o que coloca à prova sua fé. Tentando sobreviver a tudo isso, os padres procuram manter intacta a vida espiritual e sacerdotal (uma capela, inclusive – a única autorizada nos campos no período –, lhes oferece um pequeno alento). Neste livro, o jornalista francês Guillaume Zeller reconta em detalhes as agruras e aflições vividas por esses religiosos durante o nazismo, jogando luz em um dos períodos mais tristes da História.
De 1938 a 1945, 2720 padres, religiosos e seminaristas são deportados para o campo de concentração de Dachau. Reunidos em Blocks específicos – que ficarão conhecidos pelo nome “pavilhões dos padres” –, 1034 deles deixarão suas vidas ali. Mais de 70 anos depois de sua liberação, o campo de concentração de Dachau permanece o maior cemitério de padres católicos do mundo. Com religiosos oriundos de diversos países, a “universalidade da Igreja” se torna palpável no campo de Dachau. Jogados em uma situação de sofrimento profundo, como todos os confinados em campos de concentração na época, esses religiosos são obrigados a enfrentar a fome, o frio, as doenças, o trabalho forçado, as torturas da SS, as experiências médicas, as mortes dos companheiros – o que coloca à prova sua fé. Tentando sobreviver a tudo isso, os padres procuram manter intacta a vida espiritual e sacerdotal (uma capela, inclusive – a única autorizada nos campos no período –, lhes oferece um pequeno alento). Neste livro, o jornalista francês Guillaume Zeller reconta em detalhes as agruras e aflições vividas por esses religiosos durante o nazismo, jogando luz em um dos períodos mais tristes da História.
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Como fonte de informação, essa capela nao era católica. Ela servia para oração de todas as religioes presentes no campo.
Era contraditório: os nazistas torturavam os prisioneiros ao mesmo tempo q se preocupavam em deixar os mesmos praticarem a fé.