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Neste breve e impactante ensaio, a antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz reflete sobre os impactos da pandemia de covid-19 em nossa compreensão sobre as desigualdades estruturais da sociedade brasileira e os limites da utopia tecnológica que marcou o século passado.
Em entrevistas e textos publicados nos últimos meses, Lilia Moritz Schwarcz cravou um diagnóstico de grande repercussão: "Ao deixar mais evidente o nosso lado humano e vulnerável, a pandemia da covid-19 marca o final do século XX". A utopia tecnológica do século que agora termina deu lugar a uma crise social, econômica, ambiental, cultural, moral e da saúde — e o sofrimento que dela decorre é incomensurável.
Nos últimos anos, a sucessão de desastres climáticos e ambientais de proporções inéditas alertavam para o fato de que nossa marcha sobre a natureza encontrara seu limite. Mas as contradições da ideia de progresso também se manifestam na inaceitável desigualdade que marca a experiência de países como o Brasil, na perpetuação de estruturas sociais racistas e machistas, e na transformação da história e dos idosos em "velharia". Esses são alguns dos temas abordados em Quando acaba o século XX.
"Pessimista no atacado e otimista no varejo", Schwarcz defende que "se cada um exercer sua cidadania, sua vigilância cidadã, quem sabe damos sorte no azar". Se o Brasil já se perdeu e já se encontrou várias vezes em sua história, "é hora de fazer da crise um propósito".
Em entrevistas e textos publicados nos últimos meses, Lilia Moritz Schwarcz cravou um diagnóstico de grande repercussão: "Ao deixar mais evidente o nosso lado humano e vulnerável, a pandemia da covid-19 marca o final do século XX". A utopia tecnológica do século que agora termina deu lugar a uma crise social, econômica, ambiental, cultural, moral e da saúde — e o sofrimento que dela decorre é incomensurável.
Nos últimos anos, a sucessão de desastres climáticos e ambientais de proporções inéditas alertavam para o fato de que nossa marcha sobre a natureza encontrara seu limite. Mas as contradições da ideia de progresso também se manifestam na inaceitável desigualdade que marca a experiência de países como o Brasil, na perpetuação de estruturas sociais racistas e machistas, e na transformação da história e dos idosos em "velharia". Esses são alguns dos temas abordados em Quando acaba o século XX.
"Pessimista no atacado e otimista no varejo", Schwarcz defende que "se cada um exercer sua cidadania, sua vigilância cidadã, quem sabe damos sorte no azar". Se o Brasil já se perdeu e já se encontrou várias vezes em sua história, "é hora de fazer da crise um propósito".
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Ameaça vermelha?!? Que delírio é esse?! Kkkkkkkkkkkkkkk (lol) (lol) (lol)
A da foice dourada.
Hum, interessante sua distribuição de ódio gratuita.
Ódio gratuito - espalhar um virus mortal globalmente matando milhões. :)
Acho q isso q queria dizer.
Não, eu quis dizer que seria interessante para você rever a forma como você fala, pois sinto que você está colocando muita energia. Se você tem algo a dizer, então acho que seria mais benéfico rever as palavras usadas, pois ninguém escuta violência e vai responder na paz. Se você quer mostrar seu ponto, então pergunte-se: como eu poderia expressar o que sinto e minha opinião de uma forma q eu possa ser entendido?
Pronto. Agora é só mostrar as bases da sua pesquisa, as fontes, o embasamento teórico, submeter ao metodo acadêmico e científico e publicar um livro. ;)
Não precisa amigo. Só analisar e perceber q enquanto o mundo tiver as mesmas guerras e suas causas q vem desde o século passado se arrastando..não entraremos no verdadeiro novo século, nova era. Ficou mais claro o raciocinio?