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E-book: Brancos e negros em São Paulo (Florestan Fernandes)

E-book: Brancos e negros em São Paulo (Florestan Fernandes)
Expirado
18 Comentários
Ótimo livro
rodrigo_.z3rnov 2020
O Livro "O negro no mundo dos brancos" do Florestam também é muito bom.
Deixaram os amarelo de fora, até quando isso?
dfersonnov 2020
Hoje, a cor da pele das pessoas virou um nicho de mercado.

O artigo é de 1955 se eu não to enganda, e uns anos depois foi publicado como livro. É um trabalho que foi financiado pela Unesco na época, que teve como estudo como relações sociais aconteciam no Brasil, e uma das cidades estudada foi São Paulo (infelizmente não lembro das outras). Não cheguei a ler o autor na faculdade mas ele é um dos grandes nomes da sociologia no Brasil então acho que vale a leitura, nem que seja para criticar e discordar (embarrassed)
ruy.santosnov 2020

Sempre foi um nicho de mercado, a cor preta era tão "valorizada" que foram escravizados e enviados para o Brasil, quase 5 milhões de africanos.
camilavasconov 2020

Todo livro sobre racismo esse maluco jogando esse comentário, daqui a pouco ele solta o vídeo do Morgan freeman aqui e um somos todos humanos
5789626-u0s70.jpg
dfersonnov 2020


A lerda não entendeu comentário.


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camilavasconov 2020

Falo merda, pessoas reclamam e digo : aí não entendeu meu humorrrrrr
javali_feroznov 2020
Título bosta de livro, como sempre o branco na frente tnc desse sistema
alfieenewmanO sabe tudonov 2020
Esqueceram as mulheres negras que trabalham lubrificando rodinhas de carrinhos de supermercado. Um absurdo isso, até quando?
kaio.victornov 2020
Os racistinhas bosta não perdem uma oportunidade. Raquiticos.
Dividir para conquistar
Obrigado! :)
dfersonnov 2020

Sim, escravizados por outros negros e vendidos no litoral africano, numa sociedade de 300 anos atrás que vemos apenas por registros históricos e peças de museu. Hoje negros não tem marca de chicote no lombo e tem direitos iguais à qualquer pessoa de outra cor. Mas isso são apenas detalhes, o negócio é ganhar dinheiro manipulando um bando de acéfalos ou explorando o flagelo de alguma minoria barulhenta que tudo merece é uma boa surra de bambu pra criar vergonha na cara.
ruy.santosnov 2020

Isso que você escreveu é ofensivo e racista, estou reportando você, vamos ver se a moderação compactua com o que você escreveu.
alfieenewmanO sabe tudonov 2020
Recomendo Thomas Sowell, um dos maiores dentre os pensadores negros contemporâneos.
ruy.santosnov 2020

Tb um grande opositor de ações afirmativas, ele é tipo um guru dos ANCAPs.
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Descrição do produto
Após a Segunda Guerra Mundial, a Unesco financiou uma série de pesquisas no Brasil a respeito das relações raciais no país. Tal iniciativa tinha como fulcro a crença de que o Brasil representava um cenário singular no tocante às relações raciais, onde os contatos entre brancos e negros tenderiam para a harmonização, visão que teria sido consagrada pelos trabalhos de Gilberto Freyre. A pedido do órgão mundial, foram realizadas pesquisas no Recife, em Salvador, no Rio de Janeiro e em São Paulo, este último um dos espaços que reservaria enorme riqueza de contrastes para o problema a ser enfrentado. A porção paulistana da pesquisa ficou a cargo de Roger Bastide e de seu pupilo Florestan Fernandes e resultaria no livro Relações Raciais entre Brancos e Negros em São Paulo, publicado pela Anhembi, em 1955. Anos mais tarde, o trabalho seria modificado e republicado com o título Brancos e Negros em São Paulo, pela Companhia Editora Nacional, em sua célebre Coleção Brasiliana. Brancos e Negros em São Paulo apresenta-se até os dias de hoje como um texto-chave para a compreensão dos meandros que constituíram as formas de discriminação racial no país. O estudo de Bastide e de Fernandes inova ao adotar instrumentos teórico-metodológicos da sociologia crítica para o enfrentamento de uma questão premente do desenvolvimento do país: a inserção do negro na ordem social capitalista brasileira. Representações coletivas sobre o negro, bem como pesquisas de campo a respeito das posições que assumiu na sociedade paulistana, são minuciosamente interpretadas pelos dois estudiosos. No atual estágio acalorado de debates sobre as cotas raciais, onde os argumentos antirracistas universalista e diferencialista se contrapõem, Brancos e Negros em São Paulo reaparece oferecendo uma análise criteriosa e desafiadora a respeito de um dos principais nós históricos da formação brasileira.

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