Contra o antiensino da língua portuguesa
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Todas as avaliações oficiais (IDEB, ANA, INAF e, sobretudo, PISA) atestam a incapacidade do ensino brasileiro de garantir os níveis de proficiência em leitura e escrita esperados para cada faixa etária. Ano após ano, os estudantes progridem na escolarização sem saber ler e escrever de modo eficaz, pois o ensino tornou-se incapaz de promover tais habilidades. Como a educação brasileira se tornou um antiensino e formadora de analfabetos funcionais? É o resultado de como os alunos são alfabetizados e da abordagem usada no ensino da língua portuguesa, que deixam de ensinar explicitamente as relações entre fala e escrita. Ao combater a apresentação estruturada do sistema de escrita, subentendendo que cada aluno era capaz por si só de construir o seu conhecimento, o movimento construtivista comprometeu o percurso de qualificação do ensino, em geral, e de alfabetização, em particular.
Diante dos péssimos resultados e da organização altamente contraprodutiva dos currículos e materiais didáticos, a autora de A falácia socioconstrutivista busca renovar a discussão sobre linguagem e cognição com as recentes descobertas das ciências cognitivas. Contra o antiensino da língua portuguesa não é um livro de polêmica ou um manual de gramática, mas busca apresentar um horizonte teórico-científico como fundamento para uma nova concepção de ensino da língua, abordagem esta baseada no pressuposto de que a forma é tão importante quanto os sentidos veiculados pela linguagem.
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Fala-se muito mal no Brasil e escreve-se pior. Políticos e jornalistas, numa falta de higiene vernacular, só usam o jargão, o caçanje e solecismos, com desculpa de linguagem moderna. Mas a língua é o maior patrimônio de um povo! Desrespeitá-la é desrespeitar a própria nacionalidade. Perguntaram a Confúcio, 2000 anos atrás, o que faria ele, em primeiro lugar, se tivesse que administrar um País. “Seria evidentemente corrigir a linguagem!”, respondeu ele. Seus interlocutores ficaram surpreendidos e indagaram por quê. Foi a seguinte a resposta do mestre: “Se a linguagem não for correta, o que se diz não é o que se pretende dizer. Se o que se diz não é o que se pretende dizer, o que deve ser feito deixa de ser feito. Se o que deve ser feito deixa de ser feito, a moral e as artes decaem. Se a moral e as artes decaem, a justiça se desbarata. Se a justiça se desbarata, as pessoas ficam entregues ao desamparo e à confusão. Não pode, portanto, haver arbitrariedade no que se diz. É isso que importa acima de tudo.” Meu nome é ENÉAS!!!
Prova que ele tá certo kk
Que conv
Sinopse interessante